“A empresa que não buscar adequar suas atividades ao conceito de desenvolvimento sustentável está fadada a perder competitividade em curto ou médio prazo.” diz Paloma Lima, proprietária da Bioequilíbrio – consultoria ambiental.

Muitas vezes os investimentos em gestão ambiental são direcionados por fatores competitivos, mas existem fatores diversos que determinam a realização de investimento em gestão ambiental por parte de empresas, dependendo de sua realidade. Assim, o empresário e o investidor, que antes viam a gestão ambiental como mais um fator de aumento de custos do processo produtivo se depara com vantagens competitivas e oportunidades econômicas de uma gestão responsável dos recursos naturais.

O Sistema de Gestão Ambiental permite que a organização atinja o nível de desempenho ambiental por ela determinado e promova sua melhoria contínua ao longo do tempo. Consiste, essencialmente, no planejamento de suas atividades, visando à eliminação ou minimização dos impactos ao meio ambiente, por meio de ações preventivas ou medidas mitigadoras.

Segundo Paloma Lima, proprietária da consultoria ambiental Bioequilíbrio, o fator ambiental vem mostrando a necessidade de adaptação das empresas e conseqüentemente direciona novos caminhos na sua expansão. As empresas devem mudar seus paradigmas, mudando sua visão empresarial, objetivos, estratégias de investimentos e de marketing, tudo voltado para o aprimoramento de seu produto, adaptando-o à nova realidade do mercado global e corretamente ecológico.

Focada nos mercados empresarial, residencial de condomínios, hotelaria e  governamental como prefeituras e prédios públicos, são inúmeros os benefícios de uma administração com consciência ecológica.

Seis são as razões pelas quais todo administrador,empresário, o ser humano em geral  responsável deve implementar os princípios da administração com consciência ecológica em sua companhia:

•   Sobrevivência humana – sem empresas com consciência ecológica, não poderemos ter uma economia com consciência; sem uma economia com consciência ecológica, a sobrevivência humana estará ameaçada.

•  Consenso público – sem empresas com consciência ecológica, não haverá consenso entre o povo e a comunidade de negócios; sem esse consenso, a economia de mercado estará politicamente ameaçada.

•    Oportunidades de mercado – sem administração com consciência ecológica, haverá perda de oportunidades em mercados em rápido crescimento.

•   Redução de riscos – sem administração com consciência ecológica, as empresas correm o risco de responsabilização por danos ambientais, que potencialmente envolvem imensas somas de dinheiro, e de responsabilização pessoal de diretores, executivos e outros integrantes de seus quadros.

•   Redução de custos – sem administração com consciência ecológica, serão perdidas numerosas oportunidades de reduzir custos.

•     Integridade pessoal – sem administração com consciência ecológica, tanto os administradores como os empregados terão a sensação de falta de integridade pessoal, sendo, assim, incapazes de identificar-se totalmente com seu trabalho.

Alguns setores já assumiram tais compromissos com o novo modelo de desenvolvimento, ao incorporarem, nos modelos de gestão, a dimensão ambiental. A gestão de qualidade empresarial passa pela obrigatoriedade de que sejam implantados sistemas organizacionais e de produção que valorizem os bens naturais, as fontes de matéria-prima, as potencialidades do quadro humano criativo, as comunidades locais, e devem iniciar o novo ciclo, onde a cultura do descartável e do desperdício seja coisas do passado. Atividades de reciclagem, incentivo à diminuição do consumo, controle de resíduo, capacitação permanentes dos quadros profissionais, em diferentes níveis e escalas de conhecimento, fomento ao trabalho em equipe e às ações criativas são desafios-chave neste novo cenário.

Estes processos de produção de conhecimento têm oportunizado as práticas positivas e pró-ativas, que sinalizam o desabrochar de métodos e de experiências que comprovam, mesmo que em um nível ainda pouco disseminado, a possibilidade de fazer acontecer e tornar real o novo, necessário e irreversível, caminho de mudanças.

Por sua vez, a competitividade moderna também exige das indústrias adequação a esta tendência ambiental, o que está propiciando o surgimento das indústrias de produtos e serviços ambientais, as chamadas “indústrias verdes”, que têm suas atividades especializadas e direcionadas à criação e desenvolvimento de processos, programas, serviços e equipamentos anti-poluidores que visam diminuir ou eliminar a poluição, como por exemplo: reciclagem de lixo, filtros, catalizadores, etc.

Empresas experientes identificam resultados econômicos e resultados estratégicos do engajamento da organização na causa ambiental. Estes resultados não se viabilizam de imediato, há necessidade de que sejam corretamente planejados e organizados todos os passos para a interiorização da variável ambiental na organização para que ela possa atingir o conceito de excelência ambiental, trazendo, com isso, vantagem competitiva.

Gestão Ambiental

A Gestão Ambiental inclui uma série de atividades que devem ser administradas, tais como: formular estratégias de administração do meio ambiente, assegurar que a empresa esteja em conformidade com as leis ambientais, implementar programa de prevenção à poluição, gerir instrumentos de correção de danos ao meio ambiente, adequar os produtos às especificações ecológicas, além de monitorar o programa ambiental da empresa.

Gestão Ambiental é o sistema que inclui a estrutura organizacional, atividades de planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para desenvolver, implementar, atingir, analisar criticamente e manter a política ambiental. É o que a empresa faz para minimizar ou eliminar os efeitos negativos provocados no ambiente pelas suas atividades.

É a forma pela qual a organização se mobiliza, interna e externamente, para a conquista da qualidade ambiental desejada. Ela consiste em um conjunto de medidas que visam ter controle sobre o impacto ambiental de uma atividade.

O gerenciamento ambiental pode ser conceituado como a integração de sistemas e programas organizacionais que permitam:

•     O controle e a redução dos impactos no meio ambiente, devido às operações ou produtos;

•     O cumprimento de leis e normas ambientais;

•     O desenvolvimento e uso de tecnologias apropriadas para minimizar ou eliminar resíduos industriais;

•     O monitoramento e avaliação dos processos e parâmetros ambientais;

•     A eliminação ou redução dos riscos ao meio ambiente e ao homem;

•     A utilização de tecnologias limpas (clean technologies), visando minimizar os gastos de energia e materiais;

•     A melhoria do relacionamento entre a comunidade e o governo; a antecipação de questões ambientais que possam causar problemas ao meio ambiente e, particularmente, à saúde humana.

Paisagismos e Preservação de Áreas Verdes

A cada ano, ou cada estação o paisagismo, assim como o mundo da moda é influenciado/afetado por um “modismo”, uma tendência avassaladora para o uso de determinada planta; estilo de jardim, etc.

Isso e normal e está relacionado a influências da mídia ou oferta de determinadas plantas e ou produtos e seus efeitos são meramente estéticos, pois no máximo começam a aparecer jardins em série, pouco criativos.

Recentemente com a preservação ambiental e a sustentabilidade em pauta na agenda midiática, têm surgido “modismos” ambientais, ligados à área de paisagismo, sendo os mais comentados atualmente: o uso de telhados verdes, jardins verticais e acúmulo de água de chuvas para uso em jardins.

Estes sim devem ser mais bem analisados, uma vez que seus impactos vão além da estética, pois podem causar prejuízos econômicos, danos estruturais e se tornar foco de doenças e ao invés de contribuir para melhorar a qualidade de vida se tornam na verdade uma fonte de “dores de cabeça” aos seus proprietários.

“Cada uma dessas soluções devem e podem ser utilizadas, no entanto, só devem ser projetadas e implantadas com acompanhamento técnico especializado, com registros das obras nos órgãos de fiscalização e controle profissional, onde obrigatoriamente deverão ser avaliadas as condições climáticas do local; a solidez das estruturas; o entorno da área entre outros itens e principalmente a manutenção dessas estruturas após a conclusão das obras.” concluiu Paloma Lima.

A Bioequilíbrio surge no mercado  como uma solução para empresas que pretendem manter sua competititvidade e promover o desenvolvimento ecológico e ambiental da suas operações gerando assim um número crescente de empresas ambientalmente conscientes.

Acesse e saiba mais sobre como a Bioequilíbrio pode ajudar sua empresa.

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